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Arquivos Históricos

Imagens

  • Primeiro coletivo lésbico: pessoas reunidas em frente a um restaurante, em registro de 19 de agosto
  • Recorte de jornal com o título “Cintura Fina está de novo na Capital”
  • Capa do livro A primavera não-binárie: protagonismo trans não-binárie no fazer científico
  • Reportagem “Os andróginos” sobre uma nova minoria, com cinco pessoas maquiadas
  • Duas pessoas indígenas se beijando, envoltas em uma bandeira do arco-íris
  • Grupo de pessoas indígenas LGBTQIA+ em uma passarela, com a bandeira do arco-íris
  • Quatro pessoas posando juntas em frente a uma parede descascada
  • Majur, cacique trans, em meio à mata, com cabelo curto vermelho e blusa vermelha
  • Grupo reunido em torno de uma coluna com cartaz, em foto antiga do GALF
  • Marcha com faixa “Contra a discriminação do/a trabalhador/a homossexual”
  • Placa em bronze em homenagem a Tibira do Maranhão, índio mártir gay: 1º caso de homofobia do Brasil
  • Cartaz do Grupo Astral, primeiro coletivo trans/trabalhadoras sexuais do Brasil
Capas de edições do jornal Lampião da Esquina

Livros

  • Capa do livro A primavera não-binárie

    O projeto “A primavera não-binárie: protagonismos trans NB no fazer científico” tem um peso histórico que talvez nem consigamos mensurar nesse instante que escrevo. Trata-se do início de um movimento de libertação dos corpos. Um grito que fora ouvido pelas pesquisadoras do Selo Nyota, organizado pelas mãos de Morgan Morgado, tocado e costurado entre contribuições diversas e movido por um sonho.

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  • Capa do livro Gênero, sexualidade e educação

    “Um outro modo de compreender as identidades sexuais e de gênero mudanças implica extremamente graves. Não é tarefa fácil e trivial. Trata-se de assumir que todos os sujeitos são constituídos socialmente, que a diferença (seja ela qual for) é uma construção feita sempre a partir de um dado lugar que se toma como norma ou como centro. É preciso, pois, colocar a norma em questão, discutir o centro, questionar do natural... Mas, não há como negar que a disposição de questionar nosso próprio comportamento e nossas próprias convicções é sempre muito muito mobilizadora ...”.

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  • Capa do livro Léxico Guarani

    LÉXICO GUARANI, DIALETO MBYÁ com informações úteis para o ensino médio, a aprendizagem e a pesquisa lingüística Robert A. Dooley, SIL GUARANI-PORTUGUÊS Versão de 9 de março de 2006, 11:32:00

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